domingo, 12 de julho de 2009

Choro horrores vendo isso!


A Disney é a coisa mais linda do mundo e eu nunca vou cansar de repetir isso!

sábado, 11 de julho de 2009

Seção: Razões para se amar um amigo.

Ampliem as imagens para entender o contexto.





É meu orgulho!

sexta-feira, 10 de julho de 2009

x)


Almoço com amigos + Tarde de besteirol + Noite de Nintendo Wii ILIMITADO no Burger King com amigos,seguido de Boliche + Deborah chegando de Portugal quinta-feira que vem + Joanninha chegando de Fortaleza sexta-feira que vem + Festival de lambreta esse sábado com pessoas lindas + Férias + Coisas lindas acontecendo + planos dando certo...

e ainda dizem que a vida não é uma coisa maravilhosa...!

Felicidade é pouco pra descrever o momento!

quarta-feira, 8 de julho de 2009

Desculpa, não respeito.

Pontuem como acharem conveniente. Ou não.


Era uma circular no elevador do meu prédio. Vizinhos civilizados.


eeerrr... Pessoa que nunca vi na vida e me envergonharia se visse.

O respeito à personalidade.


Seres humanos tendem naturalmente a julgar pela aparência. É errado, mas é quase que instintivo. A partir do que vêem, lançam as farpas que acham convenientes e condizentes com o que estão vendo, sem se preocupar muito com a veracidade das farpas e as peculiaridades por trás do que está sendo superficialmente visto.

Eu não me excluo disso. Seria muita hipocrisia da minha parte dizer que me predisponho a conhecer a fundo antes de criticar. Michael Jackson morreu, por exemplo. Até 1 mês atrás, ele era pra mim nada além de um suposto pedófilo com músicas muito boas, mas com problemas de saúde e uma necessidade inexplicável de alcançar uma perfeição nasal inatingível. Mas quando você passa a ler a respeito, quando a pessoa deixa de ter aquele estereótipo fixado e passa a ter seus feitos realmente relevantes expostos, quando a pessoa se torna um SER HUMANO com filhos que fazem discursos emocionados no seu velório, você acaba adquirindo outro respeito por ela.

Vou falar dela porque não tem jeito. Muita gente não gosta, mas é uma verdade. Stefhany. Novinha, fora dos padrões convencionais de beleza, nordestina, pobre. Só aí já tem os pré-requisitos pra ser segregada sem esforço algum, mas piora. Fez um clipe meia-boca num interior, dirigindo um Crossfox emprestado e cantando sua recuperação de auto-estima depois de um pé na bunda. A grosso modo, é um contexto naturalmente ridículo. E ela, assim como muitos, foi julgada pela superficialidade do olhar que tivemos ao ver toda a tosquice do clipe. Quando Stefhany foi no Caldeirão do Huck há umas 3 semanas, ganhou respeito e cuspiu na cara de muita gente. Foi só ela abrir a boca pra outra coisa além de cantar - falar, narrar a trajetória sofrida de vida e a NECESSIDADE que a fez se prestar a pagar 4.500 reais suados pra fazer um clipe tosco, na tentativa de melhorar a vida da família. Foi ela abrir a boca pra mostrar que é uma menina sem pai, tão ingênua que beira a criancice, com fragilidades e susceptibilidades, que é tão humana quanto todo mundo aqui e que a vida não é fácil pra ela, como não é pra ninguém, que parte do país se curvou diante da história dela e passou a vê-la com olhos mais compadecidos. E isso pode ser constatado nos comentários do video dela no Youtube, que antes do programa beiravam a ofensa e depois - no mesmo dia, inclusive -, se tornaram amáveis e solidários.

São dois exemplos dentro de uma infinidade. Mas são as provas de que precisamos começar a limpar os olhos pro mundo, precisamos nos dar ao trabalho de conhecer antes de firmar um julgamento. E por mais que esse discurso pareça um clichê, a cada dia que passa ele se faz mais e mais necessário.

Até.

terça-feira, 7 de julho de 2009

Eu não sei lidar com criança.

Fato.

Sei tipo ninar bebê, brincar com bebê, fazer careta pra bebê. Sei como lidar com crianças de 0-3 anos. Mas quando passa disso, me sinto meio idiota perto delas. Por exemplo, minha aflhada tem 7 anos. Ela fez aniversário no último sábado, aí eu comprei ontem pela internet pra ela um laptop da xuxa e ele chega sexta-feira. Aí, há exatos 10 minutos, deu-se o seguinte diálogo:

Raíssa: "Minha dinda, o que foi que vc comprou pra mim?"
Eu: "Um presente muito legal!"
Raíssa: "E cadê?"
Eu: "Encomendei numa fábrica cor de rosa com duendes mágicos que fica beeem longe, por isso vai demorar pra chegar!"
Raíssa: "Você comprou pela internet, foi?"

Eu juro, não quis fazer ela de besta! Quis resgatar a magia do meu coração e inventei uma historinha mágica, pra que ela ficasse imaginando os duentes da fábrica rosa trabalhando no presente dela! Mas véi, esses meninos estão espertos e ágeis demais! Papai Noel pra mim existiu até os 8 anos, e se antes disso me falassem de uma fábrica distante e cor de rosa com duendes, eu acreditaria! Fiquei pasma, chocada, me sentindo uma idiota completa por achar que uma criança de 7 anos que nasceu na geração internet do século XXI iria acreditar numa história completamente fake e ilusória. Mas dei muita risada!

Só pra registrar o momento!

Um mimo, um bibelô!



Há momentos na vida que não tem preço - e não podem passar sem registro fotográfico e eternização através de blog e orkut! Lecoleco e minha Hello Kitty hoje/ontem, no butcheco!

Alex sofre na minha mão, coitado...


Em tempo, ACEITO DOAÇÃO. --> Clique Aqui Para Doar

segunda-feira, 6 de julho de 2009

Sem Prazer Algum, Simone.


Atropelando o post de Curitiba, venho dessa vez me descrever.

Outro dia eu estava jantando com minha amiga Juliana e ela me disse uma coisa que eu constatei ser verdade: estou azeda, não sou mais rosinha. Não amarga, azeda. Existe uma diferença entre os termos. Amargura é a rejeição constante de uma coisa, acompanhada de tristeza. Azedume é a rejeição a simplesmente tudo, sem necessariamente estar triste - pelo menos ao meu ver. Meu azedume, por exemplo, é constatado a partir de pequenas intolerâncias. Esse negócio de poesia, depositar felicidade em terceiros, romantismo, frase de amor, apaixonar, drama desnecessário, entre outros, não tem passado pela minha garganta. Juro, outro dia eu estava ouvindo um filme na tv em que um menino definia o amor. Eu estava achando aquilo tão verdadeiramente brega, que coloquei no "mute" e fui viver minha vida.

Eu estou no speed de achar que o motivo que fez aquela determinada coisa acontecer há um tempo atrás é mentira. Aliás, estou achando que metade do que algumas pessoas em especial me dizem/disseram é mentira - e tenho meus motivos pra isso. Estou no speed de ligar o "foda-se" pra muita gente e muita coisa e não engulo mais dramas do tipo "ninguém me ama, ninguém me quer" - afinal, no fim todo mundo sobrevive.

Eu sei, isso é um discurso horrível pra uma estudante de psicologia. Mas realmente é quem eu sou no momento e acredito ser uma fase, parte de um aprendizado oriundo de constantes reflexões que eu tenho feito acerca de pessoas e fatos. É bom se conectar consigo mesma e viver pra você, pros seus pensamentos, pras suas vontades. É bom ter fases egocêntricas e egoístas, ver o mundo e as pessoas com olhos mais realistas e menos romanticos.

E, sim, estou feliz! Feliz demais, demais, demais! E esse "estar azeda" não é estar triste, é estar mais pé no chão. Não estou de mau humor, não estou chorando pelos cantos, nada disso! Tá tudo dando certo, os dias são divertidos, as coisas estão acontecendo, meus planos estão aos poucos se concretizando! Esse fim de semana estávamos em Curitiba e meu pai disse algo do tipo: "vamos minha filha, olho na meta!". Ele nem sabe, mas eu incorporei essa frase. E no fim conclui-se que, pro olho continuar na meta, é necessário desviar o olhar de muitas outras coisas. E eu acho que é isso que tá acontecendo. Há muito a acontecer nas próximas semanas, e estou tão focada nisso, que uma parte do resto do mundo meio que perdeu a importância. Perdeu o meu olhar.


Até...

domingo, 5 de julho de 2009

Curitiba Delicinha de Mamãe.

Voltei pro forno a lenha chamado Salvador - e a triste constatação disso se dá no aeroporto, no calor do desembarque. Eu estava realmente feliz no frio da terra das pessoas que se vestem divinamente bem e são incrivelmente lindas e educadas. Mas como não faço parte dessa feliz realidade, atenho-me a colocar singelas fotos e me readaptar a essa vida severina.







Pronto, divirtam-se. Ou não, sei lá. Hora dessas eu volto pra disseminar minhas mais recentes epifanias. Ou não, sei lá.

Até.

quarta-feira, 1 de julho de 2009

For my secret beautiful tomorrow!



I can see clearly now the rain is gone.
I can see all obstacles in my way.
Gone are the dark clouds that had me blind.
It's gonna be a bright (bright)
bright (bright) sunshine day.
It's gonna be a bright (bright)
bright (bright) sunshine day.

Oh yes, I can make it now the pain is gone.
All of the bad feelings have disappeared.
Here is the rainbow I've been praying for.
It's gonna be a bright (bright)
bright (bright) sunshine day.

Look all around, there's nothing but blue skies.
Look straight ahead, there's nothing but blue skies.

;D



Ah sim... tô em Curitiba! Guenta aí que eu volto domingo!